"Os professores fascinantes se atualizam constantemente e descobrem ferramentas pedagógicas capazes de provocar impactos emocionais nos alunos para estimular o desenvolvimento da inteligência. Sabem que sua marca é a paixão, a garra, o entusiasmo.".
(Augusto Cury)

segunda-feira, agosto 16, 2010


FOLCLORE - TRAVA-LÍNGUAS

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FOLCLORE - SACI

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FOLCLORE - ADIVINHAS

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domingo, agosto 15, 2010


FOLCLORE - DITADOS POPULARES

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quinta-feira, agosto 12, 2010


DIA DOS PAIS

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Momento lúdico entre pais e filhos realizado em sala de aula!

Futsal  
Missa em homenagem aos pais.

PROJETO DE LEITURA - FICHA DE LEITURA

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EXERCITANDO A TABUADA!

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Incentivos para os alunos!

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NEM TUDO É FÁCIL.

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É difícil fazer alguém feliz, assim como é fácil fazer triste.
É difícil dizer eu te amo, assim como é fácil não dizer nada
É difícil valorizar um amor, assim como é fácil perdê-lo para sempre.
É difícil agradecer pelo dia de hoje, assim como é fácil viver mais um dia.
É difícil enxergar o que a vida traz de bom, assim como é fácil fechar os olhos e atravessar a rua.
É difícil se convencer de que se é feliz, assim como é fácil achar que sempre falta algo.
É difícil fazer alguém sorrir, assim como é fácil fazer chorar.
É difícil colocar-se no lugar de alguém, assim como é fácil olhar para o próprio umbigo.
Se você errou, peça desculpas...
É difícil pedir perdão? Mas quem disse que é fácil ser perdoado?
Se alguém errou com você, perdoa-o...
É difícil perdoar? Mas quem disse que é fácil se arrepender?
Se você sente algo, diga...
É difícil se abrir? Mas quem disse que é fácil encontrar
alguém que queira escutar?
Se alguém reclama de você, ouça...
É difícil ouvir certas coisas? Mas quem disse que é fácil ouvir você?
Se alguém te ama, ame-o...
É difícil entregar-se? Mas quem disse que é fácil ser feliz?
Nem tudo é fácil na vida...Mas, com certeza, nada é impossível
Precisamos acreditar, ter fé e lutar
para que não apenas sonhemos,
Mas também tornemos todos esses desejos,
realidade.

- Cecília Meireles -

HIPÓTESES DE ALFABETIZAÇÃO SEGUNDO EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY

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Por acreditarem que a criança busca a aprendizagem na medida em que constrói o raciocínio lógico e que o processo evolutivo de aprender a ler e escrever passa por níveis de conceitualização que revelam as hipóteses a que chegou a criança, Emilia Ferreiro e Ana Teberosky definiram , em seu Psicogêne da Língua Escrita, cinco níveis:
• Nível 1: Hipótese Pré-Silábica;
• Nível 2: Intermediário I;
• Nível 3: Hipótese Silábica;
• Nível 4: Hipótese Silábico-Alfabética ou Intermediário II;
• Nível 5: Hipótese Alfabética.

A caracterização de cada nível não e determinante, podendo a criança estar em um nível ainda com características do nível anterior. Essas situações são mais freqüentes nos níveis Intermediários I e II, onde freqüentemente podemos nos deparar com contradições na conduta da criança e nos quais se percebe aa perda de estabilidade do nível anterior e a não estabilidade no nível seguinte, evidenciando o conflito cognitivo.
 
• Nível 1: Hipótese Pré-Silábica;
A criança:
- não estabelece vinculo entre fala e escrita;
- demonstra intenção de escrever através de traçado linear com formas diferentes;
- usa letras do próprio nome ou letras e números d\na mesma palavra;
- caracteriza uma palavra como letra inicial;
- tem leitura global, individual e instável do que escreve: só ela sabe o que quis escrever;


• Nível 2: Intermediário I;
A criança:
- começa ater consciência de que existe alguma relação entre pronuncia e a escrita;
- começa a desvincular a escrita das imagens e os números das letras;
- conserva as hipóteses da quantidade mínima e da variedade de caracteres.
 
• Nível 3: Hipótese Silábica;
A criança:
- já supõe que a escrita representa a fala;
- tenta fonetizar a escrita e dar valor sonoro às letras;
- já supõe que a menor unidade de língua seja a sílaba;
- em frases, pode escrever uma letra para cada palavra.

• Nível 4: Hipótese Silábico-Alfabética ou Intermediário II;
A criança:
- inicia a superação da hipótese silábica;
- compreende que a escrita representa o som da fala;
- passa a fazer uma leitura termo a termo; (não global)
- consegue combinar vogais e consoantes numa mesma palavra, numa tentativa de combinar sons, sem tornar, ainda, sua escrita socializável. Por exemplo, CAL para cavalo.
 
• Nível 5: Hipótese alfabética.
A criança:
- compreende que a escrita tem função social;
- compreende o modo de construção do código da escrita;
- omite letras quando mistura as hipóteses alfabética e silábica;
- não tem problemas de escrita no que se refere a conceito;
- não e ortográfica e nem léxica.
 
A alfabetização não é mais vista como sendo o ensino de um sistema gráfico que equivale a sons. Um aspecto que tem que ser considerado nessa nova perspectiva e que a relação da escrita com a oralidade não é uma relação de dependência da primeira com a segunda, mas e antes uma relação de interdependência, isto e, ambos os sistemas de representação influenciam-se igualmente.
Temos então que a concepção que em geral se faz a respeito da aquisição da linguagem escrita, corresponde a um modelo linear e “positivo” de desenvolvimento, segundo o qual a criança aprende a usar e decodificar símbolos gráficos que representam os sons da fala, saindo de um ponto ‘x’ e chegando a um ponto ‘y’.
O dia a dia apresentado pelos alunos que ingressam nas séries iniciais, mostra-se preocupante, considerando que a cada momento, o educador encontra-se diante de alguns obstáculos, principalmente quando se refere à leitura e suas interpretações.Essa dificuldade embora comuns, se difunde em outras, como interpretação de textos, ditado, cópia e etc..., o que numa linguagem atual se reporta às técnicas de redação. Entende-se que cada aluno apresenta sua dificuldade, alguns tem bloqueios para escrever, expressar suas emoções, falar etc. Nesse contexto, o professor precisa estar atento a essas dificuldades, a fim de criar mecanismo para seu enfrentamento, reconhecendo que na fase inicial, a criança absorve o que lhe é repassado e incorpora valores que no decorrer da vida escolar, se contemporizam com outros, podendo gerar conflito ou dificuldades.  


Livro Para casa e para sala: Pré-silábico
Fonte: Artigos.com

quarta-feira, agosto 04, 2010


11 de Agosto - Dia do Estudante

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ALFABETO DO ESTUDANTE

Ame os estudos: neles está parte de seu sucesso.
Boas notas dependem de aplicação e amor aos estudos.
Crie o bom hábito da leitura: isso enriquece sua personalidade.
Desistir nunca: As dificuldades não devem enfraquecer suas esperanças.
Evite críticas , promova a amizade e a união.
Faça seus talentos frutificarem: o Brasil precisa de você .
Guerra aos erros e mau hábitos: a vida é batalha onde a inteligência e a boa vontade podem triunfar.
Habitue-se a prestar atenção as aulas.
Insista no que vale a pena.
Julgue, analise , antes de falar ou concluir.
Lembre-se: é você que deve aprender a resolver seus problemas.
Método nos seus trabalhos : a bagunça é inimiga da perfeição .
Não estude só para a escola , mas para a vida .
Ouça antes a opinião dos outros, sem interromper, e depois dê a sua.
Procure entender e assimilar mais do que decorar.
Querer é poder . Quem se esforça consegue.
Renove seu entusiasmo , suas energias, pensando no seu ideal.
Sabedoria é dom de Deus , e ele concede a quem procura.
Tenha paciência e perseverança: muitas coisas se resolvem com o tempo.
Uma andorinha só não faz verão: você precisa dos outros ,os outros de você.
Vale mais reconhecer nossas fraquezas e pedir auxílio aos mestres e colegas do que persistir no erro.
X.Y. A vida é uma incógnita que você deve ir descobrindo dia-a-dia .
Zele pela realização de seu ideal: isso é a sua felicidade.




Volta às aulas!!!

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domingo, agosto 01, 2010


Decoração da minha sala! Volta às aulas!!! II Semestre 2010

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Olha só a decoração da minha sala de aula para o II semestre!!!!
Ficou lindaaaa!!!! Tenho certeza que os meus alunos irão amar!
Quem fez foi Lili,ela é ótima, faz tudo perfeito e com muito capricho!!!!



Esta plaquinha foi eu que fiz, peguei a idéia do blog Coisas da Ana Paula.

Tirinhas!!!

Tirinhas!!!